3 de jun de 2011

Lorena em Foco completa 1 ano no ar- relembre a primeira postagem

O LORENA EM FOCO, um blog jornalístico especializado sobre assuntos da cidade de Lorena-SP, interior de Sâo Paulo, completou um ano no ar no dia 26 último.
Com o objetivo de informar e opinar, usando o que se pode chamar da mídia do século XXI, a Internet, assim como as redes sociais, o que teria começado com um espaço sem previsão de acesso e sem esperar algum tipo de retorno, hoje é uma espaço respeitado e com grande número de acessos/mês pela opinião pública dos outros meios de comunicação e principalmente pela população em si.
Público este, não só da referida cidade, mas de outras do Vale do Paraíba e por mais de doze países, principalmente pelos EUA e outros espalhados nos cinco continentes.
Com as atuais 387 postagens, com esta, 388, levamos a informação até você. Obrigado pela sua audiência.
A nossa primeira postagem, se refere a uma ocorrência policial.
O blogueiro e jornalista responsável, Hugo Barbeta, relembra o caso e conta com detalhes um pouco mais: Preso depois de assaltar a mesma residência 3 vezes seguidas


Era um domingo, manhã bonita de promessa de muito sol, estava eu andando de bicicleta, até curtindo uma pedalada mas trabalhando indo também verificar uma denúncia de um morador sobre sujeira no bairro da Cabelinha, onde no caminho, passei logicamente pelo bairro da Nova Lorena, quando percebi uma movimentação de populares fora do normal, já imaginando algo de errado. Perguntando a uma pessoa que estava enfurecida, esta relatou que" um bandido estaria tentando furtar a mesma casa pela terceira vez seguida", haja vista o proprietário estaria viajando pelo estado de Minas Gerais.
Naquele dia, este, sabendo das ocorrências, retornou de viagem e estaria de campana. Nas outras duas ocasiões, perdeu dois botijões de gás de cozinha, várias ferramentas, objetos pessoais, etc.
Um popular estaria até com um facão em mãos, esperando a oportunidade para fazer "um tipo de justiça"
Também empenhado na localização do bandido, pulou vários muros e residências vizinhas. A Polícia Militar depois de algum tempo foi acionada "COPOM viatura 1XXX, com uma certa, pelo local muitos populares furto em residência em andamento, suspeito fugindo pelos telhados das residências, apoio pelo local" disse um PM na rádiopatrulha.
Rapidamente, mais outros carros de polícia chegaram ao local, fazendo uma quadrilátero na tentativa de localizá-lo.
Mas tudo iria terminar com um cachorro poodle. Sim, aqueles cachorros um tanto estranhos, bem cuidados e tratados, com adornos. Não parava de latir, entregando o bandido que estava intocado embaixo de um carro na rua, em frente à casa que estava o cachorro.
"Tá na mão, perdeu!, perdeu!" ordenou um Policial Militar com arma em punho. Rapidamente virou-se toda a atenção para o local. Muitas crianças inclusive.
O assaltante, conhecido somente como Aldo, não portava documentos, posteriomente identificado seria filho de um militar, usuário de drogas, já teria várias passagens pelo mesmo crime. Malicioso, usava uma bermuda e uma bota plástica somente. Ainda riu da situação, e se sentiu protegido quando foi preso. "Os netos do véio queriam me pegar mas não me pegaram, bando de trouxas" disse na delegacia, em são e salvo, algemado e com marcas de ferimentos provocados por arame farpado, no momento de sua fuga.
Nesse momento, foi possível fazer as fotografias. "Ao primeiro contato com a câmera, o suspeito se recusou. Com um pouco de conversa, foi até gostando, se sentindo uma celebridade, ia fazendo pose e mostrando marcas e tatuagens pelo corpo. Com uma espécie de book, até houve um atrito por parte dos policiais civis para comigo, mas tudo foi questão de conversar".
Reclamando da algema, onde quanto mais fizer força, mais ela "engasga" nos pulsos, sempre pedia pra um PM que fazia sua custódia, tentar dar uma afrouxada. "ô chefe tá apertada esse negócio aqui, relaxa aiii" O uso de algemas foi necessário, o preso estava agressivo.
Com o desenrolar do escrivão plantonista em ouvir as partes, composta de vítima e testemunhas, pelo banco do plantão policial do 1° DP da Vila Geny, Aldo permaneceu deitado e veio a dormir, no momento que a reportagem foi embora.
Segundo informações da vítima, foi julgado nesse ano, sendo condenado pelo artigo 155 do Código Penal, furto. Segundo a lei, pode pegar de dois a oito anos.
O local onde permanece cumprindo a pena assim como o tempo a cumprir é incerto.

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